06 maio 2007

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Pelo primeiro dia do trabalho na condição de trabalhadora (apesar da precarização do vínculo), pra cantar ajudando seu A... e dona C... a subir, porque tá tocando no rádio do meu coração esses dias...












Flávio José
Nordestino Lutador

Quero cantar o mundo todo em poesia
Na melodia que o destino vem me dar
Passar o tempo declamando o pobre coração
Que bate conversando sem falar
Quero ver o povo dessa terra
Que berra, pra ter o pão
Quero ver o fruto desse chão
Quero ver o tempo melhorar
Tudo que eu pedir
tudo que eu sonhar
Tudo que eu puder viver
Quero dividir
Quero ter pra dar
Tudo que eu tiver de ter

Eu quero xote
Quero um chêro no cangote
Quero paz e quero sorte
Eu sou um cantador
Chegou a hora de cantar
Eu vou mimbora
Tô pensando que agora eu tenho mais valor

Eu tenho esse sonho maluco
Eu não quero virar suco seu Dotô
Quero as rédeas do meu distino
Eu também sou nordetino, lutador

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06 março 2007

sorrisos prateados


Primeiro era o fole do Luiz que era prata
Prateados, hoje, são os cabelos e a data

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14 janeiro 2007

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por Ceci Guima
(foto e sugestão de texto)

Hora de comer — comer!

Hora de dormir — dormir!

Hora de vadiar — vadiar!

Hora de trabalhar?

— Pernas pro ar que ninguém é de ferro!

Ascenso Ferreira

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13 setembro 2006

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As reticências (...) tomaram grande vulto na comunicação nesses nossos tempos atuais.
Sempre que elas aparecerem por aqui em títulos de postagens sinalizarão divagações, pensamentos, trechos de poemas e músicas , ditos populares, trocadilhos, infamidades e afins, reflexivos e/ou inusitados.
Aceito sugestões!

Pra começar uma poesia-reflexão-trocadilho, a taxonomia fica ao gosto de quem lê. A qualidade que ressalto é a expontaneidade: não foi escrita, brotou!

Grama
- Bonita!!!
- ... e intocável !!!
- Hum... Perfeita, hein!?
- Perfeita e despretensiosa. Precisa ser muito despretensiosa pra se contentar com a beleza às custas de ser intocável.



Tarde ensolarada de setembro, na Mauriztad.

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